- Helton Duarte, 17 anos, estudante e integrante da equipe campeã da II OAH
“A experiência foi extremamente positiva, já que pudemos, primeiramente, testar os conhecimentos aprendidos no decorrer dos anos e ver o retorno dos nossos esforços.
O trio foi formado após o professor ter a relação dos interessados, selecionando os alunos com maiores notas nas disciplinas de programação. Como no 3º ano ocorreu um empate, desempataram com as notas de Matemática, por ser uma disciplina que exige um raciocínio lógico parecido com a Informática. Nosso preparo para a 1ª fase da OAH foi basicamente o estudo de alguns materiais de Portugol, contudo o principal foi nossa preparação nas próprias disciplinas já vistas no CEFET-RN (atual IF-RN). Já para a 2ª fase, nós também olhamos as provas do ano anterior, para saber como era o estilo abordado.
Hoje, sou responsável pelo blog de tecnologia, principalmente de programação, http://heltonduarte.com, uma experiência extremamente positiva. Na verdade, a ideia surgiu na viagem de volta da 2ª fase da OAH, ao conversar com Elomar França (outro componente da equipe do CEFET-RN). Depois da OAH foi possível ver o reconhecimento, o que me fez ter ainda mais vontade de continuar na área da computação.”
- Elomar França, 18 anos, estudante e integrante da equipe campeã da II OAH
“Como ficamos sabendo da competição pouco antes da primeira prova não deu tempo para fazer uma seleção de equipe. Os professores escolheram um aluno de cada ano (2º, 3º e 4º) de acordo com as notas de programação e matemática. Nos preparamos para segunda etapa resolvendo as provas dos anos anteriores e vendo as respostas de outras equipes, avaliando o que elas tinham acertado e errado.
A parte mais prazerosa e proveitosa da equipe foi conviver com os outros finalistas – o clima era cordial, não havia rivalidade, nem parecia uma competição e todo mundo pôde aprender e se divertir com todo mundo. E isso foi só uma parte, eu também não vou esquecer nunca do trabalho em equipe, do Kauê anunciando nossa vitória, das cataratas, do contato com os palestrantes e com a equipe da Hostnet.
Participar da OAH me ensinou a trabalhar em equipe, o que é muito importante para mim, e me deu a confiança de que eu posso conseguir o que eu quiser, se eu me esforçar e fizer com paixão.”
- Bryan Souza, 17 anos, estudante e integrante da equipe campeã da II OAH
“O fato de sermos de turmas e idades diferentes fortaleceu a combinação de teoria e prática da nossa equipe e não atrapalhou em nada nossa união. Nossa preparação para as provas não foi tão intensa. Nós demos uma olhada na linguagem Portugol e revisamos rapidamente alguns dos conteúdos que havíamos aprendido, já que para programar bem o fundamental é prática. O principal foi fazermos as provas calmos.
Acho que foi uma experiência muito boa para todos da equipe. Para mim foi realmente especial, já que eu sou o mais novo dos três, e era minha primeira olimpíada relacionada à informática. Foi na OAH que eu realmente me descobri como programador. Achava que nós não tínhamos muitas chances pois concorríamos com pessoas de todo o Brasil que eram realmente boas, mas, para a minha (nossa) surpresa, nós acabamos em primeiro lugar numa disputa super acirrada.
O fato de ter participado de um evento de porte nacional me abriu grandes e importantes oportunidades na área de pesquisa científica, assim como o prêmio, que da suporte ao meu estudo e trabalho. A criação da OAH foi uma iniciativa muito importante para o incentivo e desenvolvimento de jovens programadores de todo o Brasil. Ela é uma oportunidade de mostrar a muitos alunos o potencial que possuem.”
- Leonardo Minora, 34 anos, professor do IF-RN
“Foi uma experiência positiva, enriquecedora, motivante, sem palavras para descrever o quanto ela foi importante para os alunos e para mim. Para os alunos, serviu para mostrar que eles são capazes quando estudam e acreditam nos seus sonhos. Além do contato com outros alunos de todo o Brasil e com uma empresa feita a Hostnet. Para mim, como professor, foi importante porque eu estava dedicando tempo ao curso de graduação da Instituição e vi que o curso técnico merece a mesma atenção e conheci outros professores da área.
Quanto à seleção os participantes, primeiro decidimos (professores e pedagoga da instituição) que teríamos um time contendo alunos do 2º, 3º e 4º ano (o curso tem quatro anos de duração). Dessa forma estimularíamos alunos de todos os anos a estudarem. A seleção foi por ano, e teve como método de classificação as médias das notas de programação e de matemática.
Eles estudaram por conta própria. Esse ano, estamos tentando fazer algo diferente. Helton, um dos ganhadores tem mantido um blog na Hostnet com aulas sobre programação, outra iniciativa é a organização de aulas presenciais de programação em Linguagem C e com Linux.”
- Beatriz Andrade Rios, 17 anos, estudante do ISERJ – 12º lugar na II OAH e estagiária Hostnet
“Participar da OAH foi uma ótima experiência, primeiro, pelo trabalho em equipe. Nas empresas, trabalharemos em equipe e, por isso, temos que estar entrosados com os nossos companheiros de grupo, aceitando as críticas e sabendo impor as nossas opiniões. Também tivemos a oportunidade de ouvir palestras na Latinoware, conhecer pessoas de vários sotaques e estilos diferentes, o trabalho de outras áreas como robótica e eletrônica, entre outros.
O contato com empresa durante as provas foi bastante positivo. A equipe da Olimpíada de Algoritmo nos recebeu muito bem e isso foi muito bom. Sobre o estágio, esse foi o meu principal objetivo quando me inscrevi na competição, pois como faço o curso técnico, precisaria do estágio e já tê-lo garantido foi ótimo. A equipe da Hostnet também é muito boa, por isso é muito prazeroso o estágio aqui na empresa.”